{"irrbba_anoReferencia":2025,"irrbba_conteudo":[{"texto":"A metodologia e procedimento para a avaliação de suficiência do valor do Patrimônio de Referência (PR) mantido para a cobertura do risco de variação das taxas de juros em instrumentos classificados na carteira bancária IRRBB (Interest Rate Risk in the Banking Book) são definidos pelas Circulares nº 3.876, de 31 de janeiro de 2018, e nº 3.938, de 17 de abril de 2019. Os modelos e métricas de avaliação de risco que são definidos nestas Circulares são as seguintes: Economic Value of Equity (EVE) e Net Interest Income (NII). Onde se definem: Delta EVE como sendo a diferença entre o valor presente do somatório dos fluxos de reapreçamento de instrumentos sujeitos ao IRRBB em um cenário-base e o valor presente do somatório dos fluxos de reapreçamento desses mesmos instrumentos em um cenário de choque nas taxas de juros; Delta NII como sendo a diferença entre o resultado de intermediação financeira dos instrumentos sujeitos ao IRRBB em um cenário-base e o resultado de intermediação financeira desses mesmos instrumentos em um cenário de choque nas taxas de juros. O Comitê de Risco de Mercado optou por adotar para a sua Carteira Bancárias as mesmas regras e metodologias de cálculo estabelecidas pelo órgão regulador (BACEN). Os métodos de mensuração de EVE e NII e sua formulação matemática estão detalhadamente apresentados na Circular nº 3.876, de 31 de janeiro de 2018. O controle e mensuração do IRRBB dever ser realizado diariamente para o Portfólio Banking da Instituição.","tags":["a"]},{"texto":"A carteira Bancária é composta majoritariamente pelos books comerciais (carteiras de crédito) e captações (carteiras de funding), pois estes objetivam manter suas posições até o vencimento. Além destes, também se enquadram no contexto de operações Banking as emissões de títulos e/ou captações realizadas no exterior, dado que tais operações são para funding e são mantidas até o vencimento, assim como seus respectivos instrumentos de hedge. Vale destacar que o principal fator de risco de mercado incorrido neste portfólio é o de taxas de juros prefixadas. A Instituição define como Banking Book: Aquelas operações não classificadas dentro da carteira de negociação; Instrumentos financeiros, em mercadorias e em instrumentos derivados sobre mercadorias que, com a prévia autorização por parte do Comitê, sejam tomadas com o objetivo de cobrir riscos das operações não classificadas na carteira de negociação. O teste de estresse é uma ferramenta complementar às medidas de Valor em Risco, ela é utilizada para mensurar e avaliar o potencial risco financeiro ao qual a Instituição está exposta sob condições de ruptura, na qual as hipóteses de normalidade do modelo de VaR são violadas. Este teste se baseia em cenários de estresse obtidos por panoramas econômicos, dados históricos ou ainda desenvolvidos por testes estatísticos. Uma vez obtida a parametrização do cenário de cálculo, é aferido o valor financeiro do portfólio sob a aplicação do estresse e comparado com o valor financeiro do portfólio em condições reais de mercado. Os resultados obtidos a partir das análises de testes de estresse devem ser avaliados periodicamente pelo Comitê de Risco de Mercado. O cenário de estresse a ser aplicado nos portfólios da Instituição é aprovado no Comitê de Risco de Mercado. Os critérios utilizados na definição são: Os cenários de estresse aplicados à carteira atual devem considerar oscilações extremas de períodos passados, contemplando grandes variações de preços e grande redução de liquidez resultante desses eventos. Sensibilidade da exposição da Instituição ao risco de mercado às mudanças nas premissas relativas às volatilidades e correlações. Para tanto, deve-se: Avaliar as mudanças históricas de volatilidades e correlações e avaliar as atuais posições da Instituição em relação aos valores extremos no período histórico. Considerar adequadamente as significativas variações eventualmente ocorridas em alguns dias de períodos de grandes oscilações no mercado. Desenvolvimento de cenários de testes de estresse próprio que considerem cenários mais adversos com base nas características das suas respectivas carteiras. Os limites mensurados devem ser analisados e detalhados no Comitê de Risco de Mercado realizado mensalmente. A atuação deste Comitê deve ser ativa, sempre tentando evitar que a situação de extrapolação dos limites estabelecidos ocorra. Na hipótese de os limites serem violados, o Comitê de Risco de Mercado deve ser imediatamente comunicado para que o mesmo defina estratégias de atuação mediante as situações atuais de mercado.","tags":["b"]},{"texto":"O controle e mensuração do IRRBB dever ser realizado diariamente para o Portfólio Banking da Instituição. Os parâmetros e limites do IRRBB foram estabelecidos pelo Comitê de Risco de Mercado e estão apresentados no documento Parâmetros e Indicadores, Risco de Mercado.","tags":["c"]},{"texto":"O teste de estresse é uma ferramenta complementar às medidas de Valor em Risco, ela é utilizada para mensurar e avaliar o potencial risco financeiro ao qual a Instituição está exposta sob condições de ruptura, na qual as hipóteses de normalidade do modelo de VaR são violadas. Este teste se baseia em cenários de estresse obtidos por panoramas econômicos, dados históricos ou ainda desenvolvidos por testes estatísticos. Uma vez obtida a parametrização do cenário de cálculo, é aferido o valor financeiro do portfólio sob a aplicação do estresse e comparado com o valor financeiro do portfólio em condições reais de mercado. Os resultados obtidos a partir das análises de testes de estresse devem ser avaliados periodicamente pelo Comitê de Risco de Mercado. O cenário de estresse a ser aplicado nos portfólios da Instituição é aprovado no Comitê de Risco de Mercado. Os critérios utilizados na definição são: Os cenários de estresse aplicados à carteira atual devem considerar oscilações extremas de períodos passados, contemplando grandes variações de preços e grande redução de liquidez resultante desses eventos. Sensibilidade da exposição da Instituição ao risco de mercado às mudanças nas premissas relativas às volatilidades e correlações. Para tanto, deve-se: Avaliar as mudanças históricas de volatilidades e correlações e avaliar as atuais posições da Instituição em relação aos valores extremos no período histórico. Considerar adequadamente as significativas variações eventualmente ocorridas em alguns dias de períodos de grandes oscilações no mercado. 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