{"liqa_anoReferencia":2025,"liqa_conteudo":[{"texto":"Diretoria Executiva / Conselho de Administração: Aprovar a Política de Risco de Liquidez; Aprovar o nível aceitável de liquidez da Instituição; Aprovar o plano de contingência da Instituição bem como o limite de liquidez onde o plano de contingência deva ser acionado; Indicar o diretor responsável e definição da estrutura organizacional para implementação do gerenciamento do risco de liquidez. Diretoria de Riscos: Tem a função de implantar uma estrutura de gestão e controles de risco de liquidez; Avaliar o cumprimento dos termos da Política de Risco de Liquidez, assim como os demais requerimentos internos e externos aplicáveis ao tema; Responder aos requerimentos dos Órgãos Reguladores. Comitê Risco de Liquidez: Identificar, controlar e administrar os riscos de liquidez, assegurando a consistência entre os riscos assumidos e o apetite de risco definido pelo Banco. As ações acima devem ser realizadas de acordo com as responsabilidades descritas no documento Comitê da Organização - Comitê Risco de Liquidez. Área de Risco de Liquidez: Garantir a disponibilização de informações referentes ao Risco de Liquidez à Alta Administração, ao Comitê de Risco de Liquidez, às áreas de negócio e aos órgãos reguladores; Gerir os processos de identificação, dimensionamento, controle e avaliação dos riscos de liquidez, assegurando a consistência entre os riscos assumidos e o nível aceitável do risco definido pela Instituição. Auditoria Interna: Revisão periódica independente do sistema de mensuração de risco, como parte do processo de auditoria interna da Instituição, incluindo as atividades das unidades de negócios e da Gerência de Risco de Liquidez e abordando os seguintes aspectos mínimos: Revisão das estratégias, políticas e procedimentos; Revisão da estrutura organizacional da área; Revisão dos processos e modelos de precificação, bem como do fluxo de aprovação; Revisão dos processos de estruturação e apuração do fluxo de caixa; Revisão dos sistemas de informação e bases de dados de carteiras e posições (integridade e completude dos dados, além das fontes de informação); Revisão da razoabilidade das premissas utilizadas na modelagem. Revisão do funcionamento e deliberações do Comitê de Risco de Liquidez. Mesa de Operações: Adequar o casamento dos prazos das carteiras Ativas e Passivas, por meio de políticas de captações e/ou liquidações de books; Supervisionar a exposição de juros e moedas nas diferentes carteiras; Efetuar operações para equacionar ou minimizar impactos em exposições existentes nas carteiras, mediante aprovação da Diretoria responsável; Apurar diariamente o saldo do Caixa e divulgar para a Administração e Gerência de Liquidez; Acompanhar o cumprimento dos covenants financeiros, econômicos e referentes à gestão ambiental, assumidos pela Instituição por meio dos diferentes contratos; Reportar ao Comitê de Risco de Liquidez o resultado do acompanhamento do cumprimento dos covenants e apontar possíveis disparidades; Acompanhar as análises da Instituição, junto às empresas de rating; Acompanhar o mercado nacional e internacional e analisar os fatores macro econômicos que os influenciam e que possam afetar a liquidez do mercado. O diretor responsável pela estrutura de gerenciamento do risco de liquidez é o Diretor de Riscos. As suas atribuições não contemplam atividades relativas à administração de recursos de terceiros tampouco a operações de tesouraria. A atividade de gerenciamento do risco de liquidez é executada por uma unidade específica, a área de Risco de Liquidez, segregada das unidades de negócio e da unidade executora da atividade de Auditoria Interna da Instituição, conforme requer a regulamentação do Banco Central do Brasil.","tags":["a"]},{"texto":"As estratégias de captação são necessárias para a manutenção e enquadramento dos limites de Liquidez do Banco Daycoval, conforme informados no documento Parâmetros e Indicadores, Risco de Liquidez. Cabe à Mesa de Operações / Front Office a responsabilidade de estabelecer e implementar as estratégias, captações de passivos, volumes, custos, prazos e fatores de risco aos quais o Banco deve se submeter para manter sua liquidez dentro dos padrões considerados ideais. São, também, atribuições da Mesa de Operações: Manter o adequado casamento dos prazos, por meio da diversificação das diferentes fontes de funding, de acordo com as necessidades individuais de cada uma das carteiras ativas, por meio de uma política de captação adequada; Avaliar diariamente as exposições de juros e moedas nas carteiras e a situação dos mercados, com o intuito de controlar e mensurar os riscos inerentes de possíveis descasamentos; Fazer hedge das exposições às quais a Instituição não detenha interesse especulativo.","tags":["b"]},{"texto":"Em termos gerais, o sistema de Controle de Risco de Liquidez trabalha em sua forma básica projetando, data a data, todos os ativos e passivos da Instituição. Os fluxos pós-fixados são estimados por meio de sua respectiva estrutura a termo de taxa de juros e os fluxos prefixados são estimados pela taxa contratada da respectiva operação para a sua data de liquidação. Por definição, o risco de liquidez pode ser entendido como a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis. Em outras palavras, descasamentos entre compromissos e recebimentos que podem afetar o caixa e a capacidade de pagamento da instituição. O comprometimento com a manutenção de um patamar adequado de recursos disponíveis para o perfeito funcionamento da instituição a obriga a uma aferição quantitativa do risco de liquidez. Com esse objetivo são definidos índices e/ou limites de acompanhamento da liquidez do Banco. Prazo de Suporte de Liquidez: é aferido, tendo como parâmetro inicial o caixa disponível, o prazo (em dias) suportado por esse caixa, ou seja, são consideradas apenas as saídas de recursos em condições normais (sem hipótese de resgates antecipados). Vale ressaltar que não são consideradas as entradas de recursos provenientes das operações de crédito. Gap (Descasamento de Prazos Médios entre Passivos e Ativos): Este índice procura demonstrar a diferença entre os prazos (em dias) das Captações e Operações Comerciais da instituição. Gaps positivos, dado a posição conservadora assumida pela Instituição, indica forte resiliência quanto aos prazos. Cenários para Simulação da Evolução de Fluxo de Caixa: Análise da evolução de fluxo de caixa possibilita, à alta administração e ao comitê, o entendimento do valor do impacto que situações adversas podem provocar sobre as disponibilidades de caixa. Os parâmetros mais sensíveis para esses estudos são: Resgates Antecipados e Renovações (para os Passivos); Inadimplência e Renovações (para os Ativos). A definição destes cenários de análise é listada no documento Parâmetros e Indicadores, Risco de Liquidez. Lembrando que essas simulações são realizadas para um período de análise de um ano e os parâmetros vigentes são atualizados conforme definições / alterações pelo Comitê de Risco de Liquidez.","tags":["c"]},{"texto":"A Área de Risco de Liquidez desenvolve, com frequência mensal, uma análise de simulação de estresse. Nesse contexto, devem ser definidos cenários de mercado que contemplem situações de Normalidade, de Estresse Leve e de Estresse Pesado. O objetivo destes cenários de liquidez é o de simular condições inesperadas de liquidez (inadimplência, antecipações de resgate, dentre outras características). Estas simulações são importantes, pois possibilitam à Alta Administração da Instituição entender o impacto que situações adversas poderiam provocar no fluxo de caixa esperado da organização. A análise de cenários mais severos, como o de Estresse Pesado, ajuda a avaliar o impacto de acontecimentos mais complexos sobre a Instituição como um todo. Os cenários de estresses e os estudos econômico-financeiros que levam à sua adoção são periodicamente definidos pelo Comitê de Risco de Liquidez. Na definição dos cenários, são considerados: A experiência e conhecimento dos responsáveis das áreas envolvidas; O número adequado de variáveis relevantes e seu poder explicativo, visando a tempestividade na tomada de decisões, a assertividade na análise e dirimir as dificuldades na interpretação dos resultados. Todos os parâmetros utilizados na criação dos cenários de estresse e hipóteses assumidas são apresentados no documento Parâmetros e Indicadores, Risco de Liquidez.","tags":["d"]},{"texto":"Fica estabelecido que, se a qualquer tempo: O Prazo de Suporte de Liquidez (conforme definido no documento Parâmetros e Indicadores, Risco de Liquidez) se situar fora da faixa do limite estabelecido; ou Os testes de estresse sinalizarem potenciais desequilíbrios na capacidade de pagamento. Nas hipóteses acima, o Comitê de Risco de Liquidez deve procurar a Mesa de Operações para que esta implemente os procedimentos necessários para reestabelecer o nível de solvência considerado adequado para a Instituição. A descrição das etapas e procedimentos a serem adotados estão relacionados em documento próprio, denominado Plano de Contingência de Liquidez.","tags":["e"]},{"texto":"Fica estabelecido que, se a qualquer tempo: O Prazo de Suporte de Liquidez (conforme definido no documento Parâmetros e Indicadores, Risco de Liquidez) se situar fora da faixa do limite estabelecido; ou Os testes de estresse sinalizarem potenciais desequilíbrios na capacidade de pagamento. Nas hipóteses acima, o Comitê de Risco de Liquidez deve procurar a Mesa de Operações para que esta implemente os procedimentos necessários para reestabelecer o nível de solvência considerado adequado para a Instituição. A descrição das etapas e procedimentos a serem adotados estão relacionados em documento próprio, denominado Plano de Contingência de Liquidez.","tags":["f"]}]}