{
	"ora_anoReferencia": 2025,
	"ora_conteudo": [{
		"texto": "O Grupo Daycoval reconhece a gestão de riscos como instrumento estratégico e indispensável à geração de valor, contribuindo de forma direta para o fortalecimento da governança corporativa e do ambiente de controles internos. Nesse contexto, realiza investimentos contínuos voltados ao aprimoramento de processos, procedimentos, critérios e ferramentas de monitoramento e gestão de riscos operacionais, com o objetivo de assegurar nível de segurança e confiabilidade em suas operações e rotinas internas. Adicionalmente, adota medidas preventivas e promove a revisão permanente de suas políticas de riscos e sistemas de controles internos, visando prevenir, mitigar e manter a exposição aos riscos dentro dos limites estabelecidos em seu Risk Appetite Statement. Conta, ainda, com estrutura de comitês e reportes periódicos das áreas envolvidas, garantindo supervisão adequada, tomada de decisão tempestiva e uma governança eficiente e alinhada às melhores práticas. A gestão do risco operacional é conduzida com base em política específica aprovada pelo Conselho de Administração, em conformidade com a regulamentação vigente do Banco Central do Brasil. O Banco Daycoval adota metodologia estruturada para a identificação, avaliação, monitoramento e mitigação do risco operacional, incluindo a apuração, registro e acompanhamento de perdas operacionais, avaliação periódica de riscos e controles internos existentes e o monitoramento de indicadores-chave. Esses mecanismos subsidiam a adequada gestão da exposição ao risco operacional e suportam a apuração da parcela dos Ativos Ponderados pelo Risco (RWA) referente ao risco operacional, conforme requerido para fins prudenciais e de divulgação no âmbito do Pilar 3. ",
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	{
		"texto": "A unidade responsável pelo gerenciamento contínuo e integrado de riscos na instituição é a Diretoria de Riscos, que exerce um papel estratégico na estrutura de governança e na supervisão dos diversos riscos que impactam a organização. Trata-se de uma área estruturada conforme a complexidade e o perfil de risco da instituição, contando com equipes especializadas nas diferentes frentes de gerenciamento de riscos, como Risco de Crédito, Risco de Mercado e Liquidez, Risco Social Ambiental e Climático, Risco Operacional, Controles Internos, Governança  e Compliance. A unidade de riscos possui independência funcional, e o seu Diretor responde diretamente à Diretoria Executiva e interage com o Conselho de Administração e seus comitês específicos. Essa estrutura garante autonomia na avaliação dos riscos e no reporte de informações críticas, sem interferência das áreas de negócios. A cultura e disseminação de gerenciamento de riscos permeia todo o Grupo Daycoval, sendo que as áreas de negócios atuam como primeira linha de defesa,responsáveis pela identificação, e controle dos riscos inerentes às suas atividades, enquanto a A Diretoria de Riscos exerce o papel de segunda linha de defesa, sendo responsável  pela supervisão, definição de metodologias, gerenciamento e monitoramento contínuo. A Auditoria Interna atua de forma independente, realizando avaliação da efetividade da governança, da gestão de riscos e dos controles internos. O Conselho de Administração e seus comitês acompanham, periodicamente, as exposições relevantes, aprovam políticas e diretrizes e supervisionam a aderência ao apetite por riscos estabelecido na RAS. As responsabilidades da unidade incluem o monitoramento contínuo dos riscos da instituição, a definição e aplicação das metodologias de mensuração, a revisão periódica do apetite por riscos documentado na RAS e a supervisão dos controles internos associados ao gerenciamento de riscos. Além disso, a unidade assegura a aderência às regulamentações e normativos internos, promovendo a mitigação de riscos e fortalecendo a governança corporativa. O relacionamento com as demais áreas de gerenciamento de riscos ocorre de forma integrada, por meio de reuniões periódicas, reportes estruturados e participação nos comitês de riscos. ",
		"tags": ["b"]
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	{
		"texto": "Com o objetivo de assegurar uma gestão efetiva do risco operacional, o Grupo Daycoval mantém rotinas e procedimentos estruturados e sistemas capazes de suportar o alcance dos objetivos estratégicos da instituição. A área responsável pela gestão do Risco Operacional dispõe de ferramenta específica para o registro e acompanhamento das atividades relacionadas ao tema,  como mapeamento de riscos, registro de incidentes, registro de ações mitigadoras, controle de perdas ocorridas, entre outros. Quando necessário, utiliza dos demais sistemas corporativos, permitindo maior robustez na apuração, monitoramento e avaliação da efetividade dos controles implementados. Para a adequada gestão do risco operacional são adotadas, entre outras, as seguintes rotinas e procedimentos: ? Mapeamento de riscos e testes de controles, com o objetivo de identificar riscos nos processos e avaliar a efetividade dos controles existentes. ? Monitoramento contínuo de Indicadores-Chave de Risco e de Desempenho (KRI & KPI), visando acompanhar a exposição a riscos e a performance dos processos. ? Autoavaliação de Riscos e Controles (Risk and Control Self-Assessment ? RCSA) realizada pelas áreas de negócio, para identificar, classificar e revisar periodicamente os riscos e respectivos controles. ? Análise de processos e revisão de normativos internos, assegurando alinhamento entre os instrumentos normativos e os riscos identificados. ? Acompanhamento de exigências legais e regulatórias, mediante monitoramento contínuo das normas vigentes e implementação tempestiva de medidas para assegurar conformidade. ? Gestão de crises e Plano de Continuidade de Negócios (PCN), contemplando a preparação e resposta a eventos críticos que possam impactar ou interromper as operações. ? Testes de estresse (Stress Testing), por meio da simulação de cenários adversos para avaliar a resiliência da instituição diante de eventos extremos. As perdas operacionais são classificadas conforme sua natureza e acompanhadas conforme a sua materialidade, assegurando rastreabilidade e consistência das informações. Esses dados, quando consolidados, subsidiam a avaliação da exposição ao risco operacional, a eficácia dos controles existentes, o monitoramento da aderência ao apetite ao risco estabelecido e a apuração da parcela de capital regulatório referente ao risco operacional. Os relatórios gerenciais decorrentes dessas rotinas são utilizados como instrumento para o aprimoramento contínuo do ambiente de controles internos e como suporte à tomada de decisões pela Diretoria de Riscos, Diretoria Executiva e Conselho de Administração. O uso estruturado dessas ferramentas e práticas possibilita a identificação, avaliação, controle e monitoramento contínuo do risco operacional, contribuindo para a mitigação de perdas potenciais associadas a operações, produtos, atividades, processos e sistemas, bem como para o fortalecimento do ambiente de controles internos. ",
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	{
		"texto": "A área responsável pelo gerenciamento de Risco Operacional realiza o monitoramento contínuo dos níveis de apetite a risco estabelecidos na RAS e reporta mensalmente ao Comitê Integrado de Riscos os indicadores e eventuais alertas para análise, deliberação e, quando aplicável, recomendação de medidas corretivas ou de readequação. O Comitê Integrado de Riscos é responsável por promover discussões estratégicas e assegurar a aderência aos parâmetros e limites aprovados. O relatório gerencial desse comitê, bem como o acompanhamento dos indicadores de risco, é divulgado mensalmente às áreas estratégicas da instituição, possibilitando o monitoramento tempestivo dos níveis de exposição e garantindo que as operações permaneçam em conformidade com os limites estabelecidos. Mensalmente são elaborados relatórios gerenciais com a descrição dos principais riscos identificados no mês, sua causa raiz e plano de ação e submetidos ao Comitê Executivo de Governança, Riscos e Compliance. Semestralmente, são elaborados relatórios gerenciais consolidando os diversos indicadores de risco monitorados, os principais eventos de riscos e de perda, os resultados dos testes de controles, entre outros e apresentados ao Comitê Executivo de Governança, Riscos e Compliance e ao Comitê de Auditoria. Anualmente, após o encerramento do exercício social, o relatório de gerenciamento de Governança, Riscos e Compliance é apresentado ao Conselho de Administração. Os relatórios gerenciais de risco operacional contemplam, entre outros aspectos, a evolução das perdas operacionais registradas, monitoramento de indicadores-chave de risco e eventuais desenquadramentos aos limites estabelecidos na RAS. As perdas operacionais consideradas relevantes são definidas conforme materialidade, sendo objeto de reporte específico a Diretoria de Riscos e à Alta Administração. Os incidentes com potencial impacto significativo, inclusive de natureza reputacional ou regulatória, ensejam reporte extraordinário tempestivo as alçadas executivas, independentemente da periodicidade dos relatórios. ",
		"tags": ["d"]
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	{
		"texto": "As Políticas de Gerenciamento de Riscos estabelecem diretrizes claras para a identificação, avaliação, monitoramento e mitigação dos riscos, assegurando que todos os colaboradores compreendam seus papéis e responsabilidades no processo de gestão. Tais normativos são revisados periodicamente e disponibilizados em ambiente interno de fácil acesso, fortalecendo a cultura de riscos e promovendo a aderência às melhores práticas de mercado e às exigências regulatórias aplicáveis. A mitigação do risco operacional é suportada por mecanismos estruturais de controle, incluindo segregação de funções, validações sistêmicas, monitoramentos e implementação formal de planos de ação para tratamento de deficiências identificadas. A instituição adota, ainda, diretrizes específicas para a gestão de riscos associados à terceirização de atividades, contemplando avaliação prévia de riscos, definição de cláusulas contratuais adequadas e monitoramento periódico do desempenho e da conformidade dos prestadores de serviços. Os eventos relevantes são objeto de análise de causa raiz e acompanhamento até sua efetiva regularização, visando ao aprimoramento contínuo do ambiente de controles internos. Adicionalmente, como forma de estreitar a atuação junto às áreas de negócio, fomentar o aculturamento em gestão de riscos e reforçar os controles de risco operacional, são realizadas reuniões mensais para acompanhamento de eventos de risco, monitoramento de planos de ação e alinhamento quanto a novas diretrizes regulatórias e normativas internas. O Banco Daycoval compreende que a efetiva mitigação do risco operacional está diretamente relacionada ao fortalecimento da cultura de riscos e ao desenvolvimento contínuo de seus colaboradores. Por essa razão, busca adotar iniciativas de capacitação, incluindo treinamento obrigatório em gestão de riscos operacionais, com o propósito de assegurar a disseminação de princípios, responsabilidades e boas práticas em toda a organização. ",
		"tags": ["e"]
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